Afastamentos por saúde mental batem recorde: crescimento de 400% desde a pandemia alerta para a urgência do bem-estar no trabalho

Nos últimos anos, a discussão sobre saúde mental no ambiente corporativo tem ganhado cada vez mais espaço. Dados recentes revelam uma situação alarmante: em 2024, o Brasil registrou o maior número de afastamentos do trabalho por transtornos mentais em pelo menos 10 anos. Foram 472.328 licenças médicas concedidas, um aumento de 68% em relação a 2023. Desde a pandemia, esse total aumentou mais de 400%, saltando de 91,6 mil licenças em 2020 para 472 mil no último ano, segundo o Ministério da Previdência Social, sendo a ansiedade e a depressão os diagnósticos mais comuns. Esse cenário gerou um impacto superior a R$ 3 bilhões ao INSS, com cada afastamento durando, em média, três meses.

Pensando em prevenir e solucionar esse quadro de adoecimento mental e emocional, a Felicidade Corporativa é um caminho. Através de pesquisas científicas e estudos de caso, a estratégia de promover o bem-estar e felicidade no ambiente de trabalho tem se mostrado altamente eficaz. Recentemente movimentos globais de reflexão e estudos no campo da chamada Ciência da Felicidade, ancorada na Psicologia Positiva, apontam perspectivas para se mudar modelos mentais. Pesquisas consistentes nas duas últimas décadas em instituições como Harvard, Oxford, Cambridge, Universidade da Pensilvânia, entre outras, mostram que o estímulo às emoções positivas fortalece os recursos físicos, mentais, emocionais e espirituais, ampliando o nível constante de felicidade e bem-estar, tornando as pessoas mais resilientes e mais preparadas para lidar com problemas e superar adversidades. 

Um dos exemplos que vem ganhando destaque em virtude dos resultados apresentados é a BeHappier, a primeira startup de Felicidade Corporativa do Brasil. Baseada em conceitos sólidos da psicologia positiva e neurociência, a BeHappier é uma plataforma que mensura, ensina e ajuda a formar happiness skills (habilidades de felicidade) nos colaboradores, habilidades essas valorizadas no ambiente corporativo, como resiliência, empatia, capacidade de regular emoções, criatividade e colaboração.  Todo o programa é mensurado e ao final do processo, de acordo com o resultado alcançado as empresas são certificadas com o selo Happy Place to Work (local mais feliz para se trabalhar), a primeira e única certificação nacional em Felicidade Corporativa.

Investir em iniciativas voltadas ao bem-estar dos colaboradores não apenas reduz o número de afastamentos por questões de saúde mental, mas também fortalece a cultura organizacional e contribui para a criação de ambientes de trabalho mais produtivos e humanizados. A felicidade, quando bem trabalhada, pode ser um dos maiores diferenciais competitivos de uma empresa. 

Flávia da Veiga, CEO e especialista em ciência da Felicidade

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